Bullet Journal: o melhor método para se organizar sem gastar uma fortuna

Para quem viveu feat. cresceu na era da agenda e sempre foi acostumada com a tática de escrever para memorizar as coisas, o abandono completo do papel por ferramentas digitais pode até ser prático, mas não significa que seja o melhor – inclusive para quem é novinho e não pegou nada disso. Não à toa a gente viu a moda do planner crescer e muito nos últimos anos e, mesmo achando um absurdo de caro, resolvi dar uma chance em 2017. E deu errado.

Mas eu tinha um sonho. O sonho de ser uma pessoa mais organizada e menos procrastinadora e nunca quis excluir o papel da minha vida, especialmente porque riscar tarefas no trabalho não só é prazeroso quanto ajuda a manter as prioridades frescas na cabeça. Foi aí que comecei a ver o ~povo falando sobre bullet journal, um diário em tópicos que une as mais diversas áreas da sua vida num só lugar e pode ser um local para registrar o que você quiser, desde os seus hábitos até os episódios da série que assiste. Enquanto isso, meu planner inevitavelmente pegava poeira em branco.

Bullet Journal via @bumblebujo

Fui influenciada digitalmente e resolvi dar uma chance: comprei um caderno bonitinho com marcação de página e mentalizei que, caso tudo desce errado, poderia virar mais um caderno de anotações aleatório para deixar do lado do computador. “Mal não faz”, pensei. Mas não é que está fazendo bem, no fim das contas?

Descobri no #BUJO, para os íntimos!, uma ferramenta poderosa para se organizar e tenho gostado bastante de centralizar minha vida ali. Sofri no início vendo os bullet journals maravilhosos que habitam o Pinterest, mas me contentei em fazer sem frescura e simplesmente deixar rolar.

No vídeo abaixo, conto porque decidi adotar o #bujo em 2018, como está sendo a experiência desse primeiro mês completo e dou uma diquinha ou outra pra quem quer começar!

 

Aaptiv: testei o app perfeito para sacudir a rotina dos seus treinos de cardio

Alguns de nós foram abençoados com o gene de “adorar corrida”, sabe? Aquelas pessoas que correm faça chuva, faça sol, que estão sonhando com a primeira maratona, que levantam às 7 da manhã do domingo felizes para uma dose de endorfina. Pois bem: não sou uma dessas pessoas que dorme do lado do tênis – e talvez você não seja também. Há alguns anos pratico corrida e outros exercícios aeróbicos na minha rotina de treino, mas tudo como um complemento para os treinos de força, de forma que estou sempre procurando um jeitinho de tornar essa atividade mais agradável, mais recompensadora, menos repetitiva… Menos chata mesmo. Porque é claro que a gente se sente super bem quando acaba, mas o antes e o durante… Socorro!

Se você corre sempre animado assim, não fala comigo! :P 

É por isso que quando me perguntam se ‘fazer academia vale a pena’ respondo que sim. Frequentar um lugar te motiva, você tem acompanhamento, pode ter aulas, interage, enfim, acaba se integrando num universo muito mais dinâmico e envolvente do que sozinho com alguns dumbells na academia do prédio. Treinar sozinho pode trazer resultados incríveis sim, mas é aquela coisa: a primeira semana vai bem, mas quando chega o inverno dá aqueeeela vontade de dormir mais 5 minutinhos, né? Pois é.

Só que vamos para a vida real: nem todo mundo vai poder pagar uma academia com grande infra-estrutura, que dirá um personal trainer. Às vezes só rola mesmo um plano simples para ter acesso aos aparelhos ou então a própria academia do prédio… E aí vem a dúvida: como se manter motivado e testar coisas novas além do básico, especialmente naqueles 20 minutinhos de cardio depois da musculação que parecem uma eternidade? Pois bem: o Aaptiv tem uma biblioteca de aulas de cardio para você colocar no ouvidinho quando subir na esteira. Ou na bike. Enfim: não vai ter mais desculpa para perder a hora da aula de spinning. rs

Aaptiv: você pode escolher seu treino, nível de condicionamento e o professor que prefere

Já testei vários aplicativos de treino, desde os que exigem assinatura e trazem aulas completonas em vídeo até os que prometem resultados em apenas 8 minutos e são praticamente grátis. Entre estes dois mundos está o Aaptiv, um app que se descreve como um ‘personal trainer de bolso’ e tem assinaturas por $9,99 (plano mensal) ou $99,99 (plano anual). Não sei se concordo exatamente com essa descrição, mas para mim o impressionante do aplicativo é que ele disponibiliza mais de 2.500 aulas que vão desde corrida na esteira até, sei lá, yoga (!), tudo para você ouvir e ir seguindo as orientações dos professores.

Como o aplicativo é focado em áudio, infelizmente não há suporte visual para os treinos e isso pode ser um empecilho grande para quem não tem preparo físico ou inglês avançado. O aplicativo é 100% em língua inglesa e não conta com suporte visual para as aulas, então se você está preparado para o idioma, vai ser incrível. Se não, pode ser uma experiência meio frustrante ao não saber exatamente como proceder ou então perder detalhes por conta dos nomes dos exercícios.

Alguns treinos que baixei para fazer na esteira e na escada ergométrica: treinos de 10, 9, 20, 30 minutos… Você escolhe!

Por isso, sem dúvida alguma o grande destaque do Aaptiv são realmente os treinos de cardio: o app tem um acervo imenso de treinos de corrida/caminhada na esteira, elíptico, escada ergométrica (!) e bike. São aulas separadas por nível, duração e estilo de música que você pode inclusive fazer o download para ouvir na academia – ou ao ar livre, no caso da corrida.

Enquanto a música toca, o professor vai dando as instruções de velocidade, ritmo, elevação da esteira/level do elíptico/escada, etc. Cada professor tem seu jeitão de dar aula e músicas ótimas – o único estilo que não curti foi o hip-hop- e embora eu tenha adorado os treinos de corrida que fiz, fiquei simplesmente apaixonada com os HIITs (treinos de alta intensidade e intervalados) na esteira ergométrica. Queima muito e de um jeito surpreendente, já que você vai se desafiando conforme o instrutor comanda.

Treinando na escada de um jeito nunca visto na história desse país! :D

Acredito mesmo que nada substitui a orientação de um profissional presencialmente e sei que o valor da assinatura mensal pode ser um empecilho para muita gente, mas vejo nesse app um bom aliado para quebrar a rotina maçante de cardiozinho pós-musculação ou para dar uma revolucionada naqueles treinos de corrida que nunca saem do lugar. Quem já fez uma aula de corrida guiada ou de spinning certamente se sentiu desafiado e motivado a voltar, então a possibilidade de ter um acervo de aulas na mão para treinar a qualquer momento é realmente fantástica.

Os primeiros 7 dias do app são grátis para conhecera e, para fazer a assinatura valer a pena, eles garantem que todos os dias novas aulas são adicionadas. Com o perdão do trocadilho, se o seu inglês está em forma, vale a pena gastar umas calorias e testar! ;)

 

Afinal, dá para separar o artista da obra em meio a tantos problemas em Hollywood?

Depois das denúncias envolvendo o produtor Harvey Weinstein, muitas outras estão vindo à tona e numa velocidade que fica até difícil de acompanhar. Nomes como o dos atores Kevin Spacey (“House of Cards”) e Ed Westwick (“Gossip Girl”), do humorista Louis C.K. e até mesmo o do físico e apresentador Neil deGrasse Tyson (“Cosmos”) vieram à tona em uma série de acusações de assédio, abuso e até mesmo estupro. Tudo isso reacende aquela velha pergunta: afinal, dá para separar o artista da obra?

Para ter essa conversa que não tem respostas fáceis nem definitivas, sentei com a querida Alice Aquino do Ali e Aqui para discutirmos que armas temos, enquanto público pagante, para ir contra certos comportamentos. O boicote é realmente a única arma que temos enquanto público? Existem casos ‘mais complicados’ que outros? E como ficam as pessoas inocentes da indústria que se prejudicam e perdem seus empregos quando um cancelamento de seriado, por exemplo, acontece sem mais nem menos?

Dá o play no vídeo e aproveita para se inscrever no canal  e continuar acompanhando esta e outras discussões.

 

Para mim, fica cada vez mais clara a importância de termos mais mulheres nessa indústria: um ambiente pelo menos um pouco mais seguro para outras que chegam. Por isso, indico fazer a dobradinha e assistir o vídeo que gravei com a Alice para o canal dela sobre mulheres diretoras de cinema. Quais são as de maior destaque? Por que tão poucas? Recomendo!

Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.

Então, como seria a festa do “deu tudo certo”?

Depois do episódio polêmico da festa “se nada der certo”, fiquei com uma pergunta na cabeça: mas e se der tudo certo? Com que roupa essas pessoas iriam para uma festa com esse tema? E por que nossa geração tem a mania de achar que um diploma é sinônimo de sucesso na vida, mesmo se tornando um ser humano muitas vezes ruim ou “pobre” de inteligência emocional? Pois bem, vamos discutir tudo isso no vídeo de hoje, afinal, dar certo é tão relativo quanto dar errado…

Aproveita e se inscreve no canal  para receber os vídeos primeiro!

Como fazer amizades na vida adulta, #Friendcrush e o divórcio

Há muitos anos mergulhei num tema que até hoje me toca demais aqui no blog: amizade. E mais espeficicamente a questão: é possível fazer amigos depois de adulto? O texto na época foi um sucesso, descobri que o problema não era só comigo e hoje tenho a mais absoluta certeza que é algo perfeitamente comum e normal e este é um dos assuntos do vídeo de hoje.

Por que é que é tão difícil fazer novos amigos? E por que é que também perdemos mais amigos do que nunca conforme vamos ficando velhos? E antes que você pense que vai ficar sozinho nesse mundão, também vamos acender a luz no final do túnel: todo mundo tem um (a) #friendcrush dando sopa por aí e querendo muito tirar essa amizade do papel. Como, finalmente, fazer essa amizade acontece? ;)

Dá o play e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!

Respondendo a TAG: Você é Feminista?

Nesta semana de reflexão tão importante para nós mulheres, resolvi finalmente gravar uma tag famosa no Youtube chamada “Você é feminista?”. Assim mesmo, com um ponto de interrogação – e a resposta é sim, claro. No vídeo, conto um pouco sobre como tive contato com o movimento pela primeira vez e também sobre como fui me desconstruindo ao longo dos anos. Acho impressionante como a maioria de nós mulheres, mesmo às vezes sendo criadas só por outras mulheres, acabamos reproduzindo valores e comportamentos extremamente nocivos para nós mesmas. Fico realmente feliz de poder falar sobre isso abertamente – se não agora, quando, certo? Mas, sem mais delongas, convido vocês a verem o vídeo! <3

Aproveita e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!