Alice in Wonderland

Eu sou fã. Sou fã da obra de Lewis Carroll, sou fã das ilustrações dele. Sou fã do Tim Burton e da sua maluquice poética. Sou louca pelo Johnny Depp e admiradora fiel do trabalho dele. Agora, eis que a Disney finalmente irá lançar uma versão cinematográfica à altura da obra literária e com ninguém menos que o diretor mais indicado e mais suficientemente genial para isso. “Alice no País das Maravilhas”, por Tim Burton: como eu poderia não falar?!

Tim Burton é famoso pelos seus filmes nonsense, muitas vezes com um mórbido bom humor, como é o caso de O Estranho Mundo de Jack e Noiva Cadáver. Em 1990, Johnny Depp era um ator que ainda caminhava rumo ao sucesso, com apenas 5 filmes no curriculum. Neste ano, ele e o diretor se conheceram e filmaram Edward Mãos de Tesoura. Daí em diante, os dois colecionam sucessos: Ed Wood, A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça, o remake de A Fantástica Fábrica de Chocolate, A Noiva-Cadáver e o musical (excelente!) Sweeney Todd: o Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet.

Ele simplesmente não está afim de você.


Ele simplesmente não está afim de você
Liz Tuccilo & Greg Behrendt
Editora Rocco

O livro é antiguinho (de 2005) e eu só comprei agora, depois de ser encorajada pela matéria da Gloss de agosto sobre “rolos que nunca desenrolam”. Considerando minhas últimas experiências e a ausência de resultados empíricos, mas sim de muita dor de cabeça, resolvi comprar o maldito livro.

Capinha cor de rosa, cheio de ilustrações: típico livro pra mulher otária, como eu mesma postei no twitter. Eu só não fiquei mais desconfiada porque os autores eram da equipe de “Sex and The City”. Mas, o livro trata de impor respeito logo na introdução, com uma histórinha convincente de que muitas (e quase todas) perguntas sobre comportamentos masculinos duvidos podem ser respondidas com a frase “Ele simplesmente não está afim de você”.

Férias, pero no mucho

Cursinho (de locução)

Começaram as férias da faculdade, mas o trabalho continua bombando, logo, tenho que me contentar em acordar 3 horas mais tarde apenas (mas, acreditem: já é uma bela diferença!).

Ontem comecei uma oficina de locução lá na faculdade mesmo, mas quase só tem gente de fora, e o professor parece ser super bom. Termina semana que vem, mas só com a aula de ontem já deu para eu consertar algumas coisinhas que tenho na minha voz na hora de locutar.

Yeah!

Consertei meu computador! E não perdi nada. A torcida sorri aliviada: uhh! _o/ hehe

Essa semana eu li “Alice no país das maravilhas”, do Lewis Carroll. Ok, aparentemente o livro é para crianças, mas vos digo: não necessariamente. Quem diria que a menininha Alice, originalmente, gosta de ter dupla personalidade e briga consigo mesmo a todo momento no livro? Certamente isso não é lá uma leitura apenas infantil. Talvez seja como Pequeno Príncipe (e todo mundo diz isso que eu vou dizer, mas eu nunca li): as crianças podem ler à vontade, mas se um adulto lê, vai entender muito mais mensagens do que uma criança.

Alguém vai comer Jesus na Páscoa? Os católicos de carteirinha realmente deveriam ter mais senso de humor, ou aceitar uma coisa chamada “licença poética”.