Bullet Journal: o melhor método para se organizar sem gastar uma fortuna

Para quem viveu feat. cresceu na era da agenda e sempre foi acostumada com a tática de escrever para memorizar as coisas, o abandono completo do papel por ferramentas digitais pode até ser prático, mas não significa que seja o melhor – inclusive para quem é novinho e não pegou nada disso. Não à toa a gente viu a moda do planner crescer e muito nos últimos anos e, mesmo achando um absurdo de caro, resolvi dar uma chance em 2017. E deu errado.

Mas eu tinha um sonho. O sonho de ser uma pessoa mais organizada e menos procrastinadora e nunca quis excluir o papel da minha vida, especialmente porque riscar tarefas no trabalho não só é prazeroso quanto ajuda a manter as prioridades frescas na cabeça. Foi aí que comecei a ver o ~povo falando sobre bullet journal, um diário em tópicos que une as mais diversas áreas da sua vida num só lugar e pode ser um local para registrar o que você quiser, desde os seus hábitos até os episódios da série que assiste. Enquanto isso, meu planner inevitavelmente pegava poeira em branco.

Bullet Journal via @bumblebujo

Fui influenciada digitalmente e resolvi dar uma chance: comprei um caderno bonitinho com marcação de página e mentalizei que, caso tudo desce errado, poderia virar mais um caderno de anotações aleatório para deixar do lado do computador. “Mal não faz”, pensei. Mas não é que está fazendo bem, no fim das contas?

Descobri no #BUJO, para os íntimos!, uma ferramenta poderosa para se organizar e tenho gostado bastante de centralizar minha vida ali. Sofri no início vendo os bullet journals maravilhosos que habitam o Pinterest, mas me contentei em fazer sem frescura e simplesmente deixar rolar.