Baile do MET: as lindas, as Giovanas e as que brigaram com o stylist

Este ano o tradicional baile do Met anunciou a chegada da exposição “China: Through the looking glass”, que celebra a moda chinesa com mais de 130 obras da alta-costura do país. A mostra será aberta ao público em Nova York no próximo dia 7.

Como sempre, é uma noite eletrizante, desde quem foi convidado e quem não foi, até quem resolveu ousar e brincar com o tema – ou não conseguiu. Enfim, vamos aos looks: uma seleção entre as minhas lindas favoritas, as moças que chamaram todas as atenções e as que vão precisar de uma D.R com o stylist para já.

as lindas do baile

As duas favoritas: uma sexy, outra moderna, ambas absolutamente irretocáveis.

rosie

Rosie Huntington-Whiteley apareceu assim, uma verdadeira visão, no tapete vermelho. Beleza totalmente harmoniosa com o longo Versace e tudo em seus devidos lugares. O decote ousado poderia ser um problema, mas o caimento está realmente perfeito para a modelo. Impecável.

annehathaway

Num tom completamente diferente, Anne Hathaway levou uma referência delicada e direta do dresscode com o capuz no longo Ralph Laren. O vestido de lamê foi feito especialmente para ela, sob medida.

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A versão musical de “Crepúsculo” no Oscar

James Franco e Anne Hathaway apresentando o Oscar 2011

Apesar de Anne Hathaway ser fofa e esforçada para divertir, James Franco estava mais parado que a estatueda do Oscar e sentimos falta de uma pessoa um pouquinho mais divertida para jogar com Anne. E olha que opções não faltavam, não é? Justin Timberlake, Jude Law, Robert Downey Jr. e  Jake Gylenhaal poderiam ter sido opções melhores, quem sabe.

Como a dupla certamente não foi memorável no quesito humor, creio que um dos momentos mais hilários do Oscar foi a transformação de vários filmes em musicais. A melhor versão? Certamente a musiquinha feita com “Eclipse”, da saga “Crepúsculo”:
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Participação hilária para uma série que só ganha prêmios “pra valer” no MTV Movie Awards, né? 8)

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Meme das 9 coisas

Quase 8 meses se passaram desde o último meme postado aqui e como eu acho bem divertido responder essas coisas, fiquei feliz de finalmente ser indicada de novo!  A Tayra (que, através de suas respostas me mostrou que eu sempre falei o nome dela errado) me pôs na listinha dela, então vamos lá:

9 Coisas Sobre Mim:
(aleatórias, ilustradas e, até onde sei, realmente nunca antes reveladas por aqui)

1 – Sou viciada em café. Quando me controlo, tomo duas xícaras, quando estou com sono, perco realmente a conta. Tanto sou maluca por esta iguaria quentinha que já passei bem mal por isso. No segundo ano de faculdade (2007), no meio da correria de prova/trabalho/estágio, dormi umas 4 horas e emendei tomei três cafés pela manhã. Claro que deu merda: tive uma crise feia de labirintite (???!) e senti a extraordinária sensação de parecer que estou pisando em areia movediça a todo segundo e quis vomitar a cada paradinha do elevador do prédio, da faculdade, de qualquer coisa. Até hoje não sei como peguei o metrô pra casa sem por pra fora o beloved café.

2 – Terminei o curso de inglês aos 15 anos. Parece cedo, mas comecei o curso com 8 aninhos e tive aquela formação bem completa. Hoje minha fluência não é mais a mesma da adolescência, o que me rende pegar no tranco vez ou outra. Sempre que preciso desenferrujar o inglês começo meio esquisitinha e depois de alguns dias é como se eu sempre tivesse falado a língua diariamente. Vai entender! Em todo caso, já deveria também ter começado outro idioma faz tempo e não consegui. Fiz um ano de alemão e abandonei, mas ainda tomo coragem pra começar francês – já o espanhol, passando. Por hora, fico com meu portuñol fueda mesmo.

3 – Conhece uma pessoa que morre de tédio? Conhece, eu. Eu fico entediada com comida repetida, trabalho repetido, rotina sem novidade, programação de televisão, todas as minhas mp3s e também com todo mundo do Twitter. Não me levem a mal, eu simplesmente enjoo. Dali um tempo isso passa, mas pode crer que durante todo um período eu vou ficar surtando atrás de um novo restaurante, um novo emprego, um artista novo pra ouvir, meia dúzia de twiteiros novos para seguir…

4 – Algumas pessoas já sabem que eu tenho todo um passado de estudos musicais, além de ter me formado atriz.  Fiz 7 anos de piano e canto e, sim, foi muito legal e, sim, sinto muita falta – e me culpo horrores de não ter sido mais disciplinada.  Em todo caso, essa dedicação marcou toda uma época minha, de forma que meus olhos se cegaram para determinadas breguices durante minha adolescência. Meus amigos e família achavam o máximo ter a “conhecida cantora” e eu dei umas palhinhas para homenagear as pessoas em diversas ocasiões. Ter cantado em tanta festa se tornou um eterno fantasma pra mim.  Quer dizer, imagina se eu vou pro BBB, ganho na loteria,  viro BFF do Silvio Santos, caso com um jogador de futebol ou fico ryca e famo$a e esses vídeos pipocam por aí? ahuaheue Maldita hora que popularizaram a transformação de VHS para DVD!

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5 – Já usei franjinha N vezes e me prometi jamais cortá-la de novo, mas a vontade é ridiculamente grande. Sempre que topo com a Anne Hathaway na televisão ou revejo de relance “O Diabo Veste Prada” fico com uma vontade descomunal de ter o cabelo de Andy Sachs. Fora que, enfim, me sinto Andy Sachs diversas vezes na vida, especialmente quando tenho uma lista de nomes e caras pra decorar – não, isso não é coisa de filme.

6 – Penei, sofri, chorei para tirar minha carta de motorista. Fiz o maldito teste três vezes e ainda sofri preconceito durante a aulinha teórica, porque um monte de marmanjos fodões achava que eu, mulher, não podia saber de mecânica (século XX mandou beijos!). É claro que esqueci boa parte do que eu estudei da **mecânica**, mas enfim  uma hora a carta saiu e considero o carro essencial para se ter liberdade numa cidade grande como São Paulo. Sei que posso soar ecologicamente nada correta, mas poder ir para qualquer lugar a qualquer hora sem se preocupar com pegar ônibus, com o horário que o metrô fecha ou com o dinheirinho do táxi é a melhor coisa que já me aconteceu. Morar sozinha está nos planos, mas confesso que amo móito meu automóvelzinho e nunca tomei nenhuma multa, tá?

7 – Vez ou outra algum evento, festa ou acontecimento cósmico me motiva a gravar um vídeo e subo-o em meu Youtube. Não tenho um videolog ou muito menos um videocast, mas está na hora de contar: uma das minhas maiores vontades nesta internet de meu Deus é postar vídeos com regularidade. Afinal, além de ser produtora e de já ter trampado n vezes com edição, sou atriz formada há dois anos, com registro na carteira e tudo, logo, não tem nem desculpa, ? É, eu sei. /chora

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Paris

(agora, eu)

8 – Me considero um pouco “viajante profissional. Nunca fiz uma viagem absurda de longa nem intercâmbio (adoraria fazer!), mas já viajei bastante e comecei ainda criancinha. Deu para aprender muito bem todos os truques que mamãe ensinou, desde fazer rolinhos com a camiseta, até colocar coisas dentro dos tênis, tirar todas as etiquetas de todas as compras e andar com aquela bolsinha invisível de dinheiro e passaporte em baixo da blusa. Ainda não inventaram nada melhor, até porque  se aventurar confiando plenamente no cartão de crédito é furada.

9 – Preciso de ócio criativo de vez em quando, e isso quer dizer “tempo pra viajar na maionese olhando pra parede” e ter aquelas ideias que precisam ser passadas para o papel no exato segundo, antes que voem embora.  E, bem, só estou contando isso para fazer uma prece: voltem para a mamãe, ideias. Não estou suportanto mais olhar para telas em branco sem vocês comigo. Vamos andar de mãozinhas dadas e nunca mais nos separar?

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E, por fim, a parte de encaminhar para queridas 9 pessoas responderem e passarem o meme adiante (e que eu estou muito curiosa para ver o que irão contar!): Alê Ferreira, Bruna Vieira, Juliana Dacoregio, Juliana Ferreira, Lya Zumblick, Mari FrioliMarina Santa Helena, Mirian Bottan, e  Rê Biscoito! Divirtam-se, meninas! E me avisem quando postarem! ;)

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Porque eu não gostei de “Alice”.

Alice, Alice. Conheci a história pelo desenho da Disney numa noite de Natal de alguns vários anos atrás. Não sei porque, mas o SBT estava passando o filme no dia 24 de dezembro, e eu achei inclusive um pouco sombrio para a data, afinal é ou não é Alice uma das poucas personagens que se mete em enrascadas sendo uma criança? Quer dizer, a princesa já é grandinha e sabe se virar, a Alice era tipo eu, e ver isso na noite de Natal mexeu comigo, tanto que me lembro muito bem da ocasião.

Depois de um tempo, revi o filme, topei com a história em N situações, mas só fui ler “No país das Maravilhas” na faculdade. Foi o primeiro livro que peguei na biblioteca, até porque pensei que se lesse algo que já sabia que iria gostar, eu certamente voltaria lá muitas vezes e seria feliz sem comprar livros, só alugando-os (mentira, continuo preferindo comprar meus livros). Gosto de rabiscar neles, de mexer e de tomar café do lado sem medo de tomar multa na hora de devolver.