Bullet Journal: o melhor método para se organizar sem gastar uma fortuna

Para quem viveu feat. cresceu na era da agenda e sempre foi acostumada com a tática de escrever para memorizar as coisas, o abandono completo do papel por ferramentas digitais pode até ser prático, mas não significa que seja o melhor – inclusive para quem é novinho e não pegou nada disso. Não à toa a gente viu a moda do planner crescer e muito nos últimos anos e, mesmo achando um absurdo de caro, resolvi dar uma chance em 2017. E deu errado.

Mas eu tinha um sonho. O sonho de ser uma pessoa mais organizada e menos procrastinadora e nunca quis excluir o papel da minha vida, especialmente porque riscar tarefas no trabalho não só é prazeroso quanto ajuda a manter as prioridades frescas na cabeça. Foi aí que comecei a ver o ~povo falando sobre bullet journal, um diário em tópicos que une as mais diversas áreas da sua vida num só lugar e pode ser um local para registrar o que você quiser, desde os seus hábitos até os episódios da série que assiste. Enquanto isso, meu planner inevitavelmente pegava poeira em branco.

Bullet Journal via @bumblebujo

Fui influenciada digitalmente e resolvi dar uma chance: comprei um caderno bonitinho com marcação de página e mentalizei que, caso tudo desce errado, poderia virar mais um caderno de anotações aleatório para deixar do lado do computador. “Mal não faz”, pensei. Mas não é que está fazendo bem, no fim das contas?

Descobri no #BUJO, para os íntimos!, uma ferramenta poderosa para se organizar e tenho gostado bastante de centralizar minha vida ali. Sofri no início vendo os bullet journals maravilhosos que habitam o Pinterest, mas me contentei em fazer sem frescura e simplesmente deixar rolar.

No vídeo abaixo, conto porque decidi adotar o #bujo em 2018, como está sendo a experiência desse primeiro mês completo e dou uma diquinha ou outra pra quem quer começar!

 

Afinal, dá para separar o artista da obra em meio a tantos problemas em Hollywood?

Depois das denúncias envolvendo o produtor Harvey Weinstein, muitas outras estão vindo à tona e numa velocidade que fica até difícil de acompanhar. Nomes como o dos atores Kevin Spacey (“House of Cards”) e Ed Westwick (“Gossip Girl”), do humorista Louis C.K. e até mesmo o do físico e apresentador Neil deGrasse Tyson (“Cosmos”) vieram à tona em uma série de acusações de assédio, abuso e até mesmo estupro. Tudo isso reacende aquela velha pergunta: afinal, dá para separar o artista da obra?

Para ter essa conversa que não tem respostas fáceis nem definitivas, sentei com a querida Alice Aquino do Ali e Aqui para discutirmos que armas temos, enquanto público pagante, para ir contra certos comportamentos. O boicote é realmente a única arma que temos enquanto público? Existem casos ‘mais complicados’ que outros? E como ficam as pessoas inocentes da indústria que se prejudicam e perdem seus empregos quando um cancelamento de seriado, por exemplo, acontece sem mais nem menos?

Dá o play no vídeo e aproveita para se inscrever no canal  e continuar acompanhando esta e outras discussões.

 

Para mim, fica cada vez mais clara a importância de termos mais mulheres nessa indústria: um ambiente pelo menos um pouco mais seguro para outras que chegam. Por isso, indico fazer a dobradinha e assistir o vídeo que gravei com a Alice para o canal dela sobre mulheres diretoras de cinema. Quais são as de maior destaque? Por que tão poucas? Recomendo!

Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.

Sarahah: testei o app do momento e conto o que é e como ele funciona na prática

Desde a semana passada, uma palavra gringa vem dominando nossas timelines: SARAHAH. Mas afinal, o que é esse aplicativo árabe e por que ele foi criado? Devo ligar para comentários que recebo anonimamente? Feedback anônimo é válido enquanto crítica construtiva? Respondo essas perguntas no vídeo logo abaixo, falo da minha experiência e conto um pouco mais sobre o tal do Sarahah que está bombando não só no Brasil, mas no mundo todo!

Quanto tempo dura esse sucesso? Bem, até que a próxima plataforma de perguntas anônimas apareça por aí, né? Já colecionamos Formspring, Ask, Curious Cat e agora mais essa.  Inscreva-se no canal  para receber os vídeos primeiro!

Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.

 

 

Então, como seria a festa do “deu tudo certo”?

Depois do episódio polêmico da festa “se nada der certo”, fiquei com uma pergunta na cabeça: mas e se der tudo certo? Com que roupa essas pessoas iriam para uma festa com esse tema? E por que nossa geração tem a mania de achar que um diploma é sinônimo de sucesso na vida, mesmo se tornando um ser humano muitas vezes ruim ou “pobre” de inteligência emocional? Pois bem, vamos discutir tudo isso no vídeo de hoje, afinal, dar certo é tão relativo quanto dar errado…

Aproveita e se inscreve no canal  para receber os vídeos primeiro!

Dear White People: um papo sobe a incrível e importante série do Netflix

Na última semana terminei de assistir a nova série original da Netflix, “Dear White People”, e trago agora um comentário sobre essa série que, além de tratar de assuntos importantes, é extremamente bem feita e tem direção de arte e fotografia caprichadas! A trama acontece numa universidade da tradicional Ivy League dos Estados Unidos e toda a história se desenrola quando um grupo de alunos passa a denunciar atos de racismo depois de uma festa de Halloween em que os convidados eram estimulados a fazer “blackface”.

A discussão super relevante, a boa direção e o elenco já estão garantindo uma avaliação altíssima para a série no Rotten Tomatoes.  Certamente esta é uma daquelas obras obrigatórias para os brancos refletirem sobre os próprios privilégios e exercitarem um pouco o músculo da empatia. Para falar de todas estas questões com propriedade, convidei a Xan Ravelli, do Soul Vaidosa, para vir comigo nessa.

Dá o play e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!

Como fazer amizades na vida adulta, #Friendcrush e o divórcio

Há muitos anos mergulhei num tema que até hoje me toca demais aqui no blog: amizade. E mais espeficicamente a questão: é possível fazer amigos depois de adulto? O texto na época foi um sucesso, descobri que o problema não era só comigo e hoje tenho a mais absoluta certeza que é algo perfeitamente comum e normal e este é um dos assuntos do vídeo de hoje.

Por que é que é tão difícil fazer novos amigos? E por que é que também perdemos mais amigos do que nunca conforme vamos ficando velhos? E antes que você pense que vai ficar sozinho nesse mundão, também vamos acender a luz no final do túnel: todo mundo tem um (a) #friendcrush dando sopa por aí e querendo muito tirar essa amizade do papel. Como, finalmente, fazer essa amizade acontece? ;)

Dá o play e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!