A Bela e a Fera: os pontos altos – e outros nem tanto – do remake da Disney

Um dos filmes mais aguardados do ano acaba de chegar aos cinemas: o remake em live action de “A Bela e a Fera”, da Disney! Desde o anúncio do filme, a expectativa foi lá em cima, especialmente depois que anunciaram o elenco: será que Emma Watson conseguiria levar sua voz ativa pelos direitos das mulheres para a trama (tão problemática!) de alguma maneira?

Na crítica de hoje, comento sobre as novidades que a Disney acrescentou ao filme, sobre a trilha sonora impecável e também sobre o trabalho do elenco, não só de Emma Watson como também dos grandes destaques: Luke Evans (Gaston) e Ewan McGregor (Lumière). Agora será que Bela finalmente se tornou uma princesa empoderada? Respostas no vídeo! rs

Se você nunca assistiu a animação clássica de 1991 e não sabe nada sobre a trama básica de “A Bela e a Fera” – o que acho bem difícil! rs -, o vídeo pode conter spoilers.  Aproveita e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!

 

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Zootopia: um mundo animal incrível e easter eggs do filme

Apesar dos trailers e da super divulgação dos dubladores aqui no Brasil (Monica Iozzi e Rodrigo Lombardi, para citar os principais), o que me levou ao cinema para ver “Zootopia” foram as variadas matérias que diziam se tratar de uma das melhores animações da Disney já feitas.

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Os personagens de “Zootopia”

Todas ressaltavam o mundo complexo e funcional inventado para o filme, além do cuidado surreal com a criação de cada pelagem dos animais presente. Para criar os cenários da cidade incrível onde todo animal pode ser o que quiser (american dream?), os animadores se inspiraram em Nova York, San Francisco, Las Vegas, Paris, Shangai, Hong Kong e até em Brasília (!). Ao todo, são 64 espécies de animais na cidade, todos mamíferos, para explorar o conflito central do filme: presas e predadores tendo que conviver de forma harmoniosa.

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Embora eu tenha sido levada ao cinema pelas características técnicas, devo dizer que é impossível não se apaixonar pela história da coelhinha Juddy Hopps – que pode se parecer com a de tanta gente humana que você conhece. Criada no interior, ela não se deixa abater pelas críticas ou pelos comentários familiares que insistem em dizer que seu sonho de ser policial é grande demais. Quando alcança seus objetivos, ainda se vê subjugada numa profissão que parece ser feita apenas para ‘machos fortes’ e que não oferece um bom plano de carreira para pequenas mulheres com grande talento. Quanta antropomorfia, minha gente! E obrigada pela representatividade alcançada.

Nesse cenário, surge o outro protagonista: a raposa Nick Wilde. O rapaz-raposa dá seus pulos para sobreviver na cidade grande e acaba se rendendo ao pré-conceito alheio para levar a vida. No universo do filme, há um preconceito geral com as raposas, tidas como traiçoeiras, mentirosas, pouco confiáveis. Cansado de ser mal interpretado, o jovem Wilde decide ser, enfim, a própria má interpretação. Quando todos insistem que você não é confiável e/ou merecedor, dá realmente para ser diferente e insistir? A resposta, óbvio, está no filme.

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“Zootopia” tem uma história simples e interessante para as crianças, mas novamente tem aquela dezena de sutilezas profundas e estereótipos muito bem ~sacados que vão fazer todos os adultos da sala gargalharem – especialmente em sessões legendadas, como a que eu fui. Uma das melhores cenas, inclusive com aperitivo trailer, é a das preguiças trabalhando numa espécie de Detran da cidade. Simplesmente impagável!

+ os easter eggs!

Em meio a tanto detalhamento numa cidade imensa, é claro que ainda deu tempo para os animadores distribuírem alguns easter eggs para os fãs, além de referências bem claras à cultura pop (algumas surpresas, aliás, deixo para quem for ao cinema para evitar spoilers!).

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as pintas do policial Garramansa tem formato de orelhinhas do Mickey!

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A banquinha de DVDs piratas faz referência a vários outros filmes da Disney, como “Frozen”, “Operação Big Hero”, “Detona Ralph”, “Enrolados”, “Moana” e “Gigantic”.

 

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Também tem easter egg só para olhos muito rápidos: num carrinho de bebê,
passa um boneco do Mickey! 

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Na cena de apresentação de Tundratown, duas elefantinhas passeiam
fantasiadas de Anna e Elsa, de “Frozen”

Dismaland: a Disney de Banksy

Uma grande área abandonada no litoral do Reino Unido tomou forma para abrigar um dos maiores projetos de Banksy que se tem notícia até o momento: nada mais, nada menos que uma ‘Disney às avessas’.

Com ingresso custando apenas três libras, a instalação em forma de parque abriga obras de diversos artistas e é uma crítica a boa parte do que a gente entende por diversão, desde as placas da entrada até o staff propositalmente mal humorado. Quem precisa de magia, não é?

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A Dismaland inaugurou no dia 22 de agosto em Weston-super-Mare e segue somente até o dia 27 de setembro. Na programação, já estão prometidos shows do Massive Atack e das russas do Pussy Riot. Segundo relatos, ironicamente o hype está tão grande que já há uma bela dificuldade para comprar ingressos.

Mesmo daqui de longe, vale ver com atenção as imagens publicadas do lugar. Tudo construído totalmente em segredo, assim como a identidade de Banksy. Por quanto tempo? Mais uma vez, tão pop quanto crítico. E bem a tempo da ressaca do verão.

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“Divertida Mente”: esse filme pode mudar o que você pensa sobre felicidade

Crescer dói. Amadurecer é um processo um tanto quanto complicado, especialmente quando temos de fazer de muitos limões diferentes uma limonada patinho feio, do jeito que dá, do jeito que puder. Como qualquer sistema de computador, também podemos ficar sobrecarregados com tanta informação emocional às vezes. Compreender e absorver muita coisa de uma só vez realmente dói.

Sobrecarregada, assim, está a protagonista de “Divertida Mente”. O novo filme da Disney e Pixar mergulha nesse universo de forma singela e profunda ao mesmo tempo, usando representações espertas que vão muito além de metáforas. No filme, acompanhamos um ano conturbado na vida da garota Riley, que muda de cidade, de escola, abandona seu esporte favorito e precisa fazer novos amigos. “Normal” para você que já viu de tudo, mas uma barra e tanto para quem não tem nem 12 anos de idade.

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E se a história de “Frozen” fosse contada por emojis?

“Frozen” chegou aos cinemas há mais de um ano e ainda assim continua uma febre entre jovens e crianças. “Let it go” virou um hino e as irmãs princesas que se amam são heroínas finalmente respeitadas pela mulherada que quer ver mais sororidade nas novas gerações.

Para continuar surfando o hype, a própria Disney lançou em seu canal oficial uma animação que mostra como seria a história do filme contada por emojis na telinha de um celular – com duração apenas de dois minutos, para alívio dos papais e mamães que precisam ficar vendo o mesmo longa 300 vezes seguidas junto com as crianças. hehe

É uma COISA de tão fofo! Dá o play:

Princesas da Disney em Nova York

Você se perdeu no metrô de Nova York? Pois saiba que até Alice se perdeu. Ou pelo menos é essa a brincadeira que o fotógrafo Harry McNally’s faz em seu novo projeto, “Moments Like These”. O cara espalhou alguns personagens queridos da Disney em fotos tiradas na cidade. O resultado é incrível!