Cartões postais de polaroids

Não é culpa minha! As polaroids estão em todo lugar e eu não resisto a falar delas!

A Chronicle Books, espécie de loja e editora para livros independentes, lançou no final de julho as Polaroid Notes, um conjunto de 20 cartões postais e envelopes irresistíveis de lindos no formato que a gente já conhece. As imagens sensíveis e suaves que estampam os cartões é de Jeniffer Altman, do livro For the Love of Light, um tributo às polaroids.
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Eu na Gloss, MJ difamado, “Amanhecer”, decoração, Vanilla do Tatuapé – Imagens da Semana

EU NA GLOSS


E não é que aquela minha foto com a capa da Vanessa Giácomo saiu na sessão “Eu & Minha Gloss” da edição de agosto? Vou ganhar uma bolsa da revista e mostro aqui depois!

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QUARTO NOVO

Eu já reclamei para Deus e o mundo que não agüento mais meu quarto rosa/lilás/cor de burro quando foge, decorado quando eu tinha simplesmente 9 aninhos. Pois isso vai mudar em menos de um mês! Neste final de semana, comprei boa parte dos itens de decoração do quarto novo e escolhi até o piso que vou querer.  Os móveis (com direito à cama de casal, uhu), chegam no comecinho de setembro. Alegria é pouca, Brasil!

E tristeza mesmo foi esta libriana conseguir decidir entre milhões de papéis de parede para a  minha decoração. Mas acho que fiz uma boa escolha! Me aguardem.

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“PINK IS THE NEW BLACK”

É isso que está escrito nessa caneca lindinha que comprei no Pão de Açúcar! Essa vibe de decoração me deixou com olhos bem abertos para peças pra casa. Se alguém gostou, saiba que também tem um modelo lindo (que também comprei), em preto, escrito “Black Is Beautiful”. O tamanho da caneca é ótimo e vale a pena deixar também no trabalho. Paguei baratinho, R$11,00.

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AMANHECER

Só comecei a ler Amanhecer agora e estou simplesmente devorando o livro. Basicamente, eu não dormi de sexta pra sábado nem de sábado pra domingo por causa da leitura. Eu enrolei para começar a ler justamente porque sabia que isso ia acontecer, mas como a Cásper adiou o retorno às aulas devido à gripe H1N1 e etc e tal, comecei de uma vez e  com certeza termino de ler antes das férias acabarem, dia 17 (!).

Mas melhor que tudo isso mesmo, melhor até que as férias prolongadas, é  sonhar com Robert Pattinson quando leio antes de dormir. Deve ser uma espécie de gratificação por ter trocado balada por leitura. hehe 8)

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“Lua Nova”, a overdose: cenas inéditas e linha de roupas

contém spoilers para quem não leu Lua Nova. E eu até não postaria, se as cenas divulgadas não fossem tão boas!


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Taylor Lautner, Kristen Stewart e Robert Pattinson na Comic-Con

Lua Nova, a continuação de Crepúsculo, estréia só em novembro nos Estados Unidos, mas enquanto isso os preparativos estão bombando. Esta semana começou a Comic-Con por lá, evento super nerd que agrega filmes, quadrinhos e essa coisa toda, com direito a coletivas de imprensa, circulação de celebs nos corredores e divulgação em primeira mão de novidades.

O elenco de Twilight foi, deu entrevistas (e vocês vão achar 438575 vídeos no youtube deles falando) e foram divulgadas duas cenas novas do filme: uma em que Bella anda de moto pela primeira vez e, a mais aguardada do filme, em que ela “salva” Edward da luz do sol.

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sintam o tanquinho em que se transformou a barriga de Taylor (!)

e… Bom, é o Rob, né?

É impressão minha ou a direção de arte melhorou?  Fato é que a trilha sonora desta segunda cena deixou tudo muito mais impactante! E esse mar de gente vermelha, hein? Dramático. Agora, preciso comentar: se nos livros a tensão sexual é grande, nas telas eles estão inclusive abusando! Vai ter menininha arfando no cinema – e tentem ir em sessões vazias, ou vai ser essa mesma gritaria aí da Comic-Con. Um saco!

E a linha de roupas “New Moon”:

Como tudo que dá dinheiro é muito bão, a Nordstrom criou uma linha despretenciosa de roupas para os fãs da saga Twilight. As roupinhas chegam às lojas dia 15 de outubro, pouco mais de um mês antes da estréia do filme, de forma que todo mundo possa comprar e ir uniformizado para o cinema (!).

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Guias de viagem cinematográficos, literalmente!

Eu pirei quando vi isso – e torço para que eles estejam à venda logo por aqui!

Os Film + Travel Guides da Museyon vão virar objeto de desejo para pessoas que gostam de viajar e são amantes da sétima arte. Por que? Simplesmente porque mostram locações de filmes famosos no mundo todo, curiosidades desses locais e um pouco da história das filmagens que aconteceram por lá.

Já existem três edições do guia, uma com locações da Asia, África e Oceania, outro com lugares na Europa e, claro, um só para as Américas, que inclui Argentina e Chile como representantes latinos, mas nada de Brasil ou México.

Sozinha no cinema: “Jean Charles” às 15h.

post longo, diversão garantida. 8)

Eu sempre tive curiosidade de ir ao cinema sozinha. Curiosidade mórbida talvez, mas que não se aplica quando o assunto é comer sozinha. Estou habituada a almoços e cafés “reflexivos” e entretenho-me facilmente assim, inclusive porque uma vez aprendi num livro incrível como se deve comer sozinha com classe.

Não sei se vocês já ouviram falar do Como andar de Salto Alto, mas é praticamente uma bíblia cor-de-rosa para mulheres (jura?!) não fazerem feio nunca, em lugar algum. Traz dicas de todo o tipo, dada pelos mais diferentes figurões, e é provável que você se lembre vagamente desta bibliografia obrigatória porque é lá que Giselinha revelou seus truques modeléticos de como posar pra foto. Rapidamente? projete-o-queixo, coloque-uma-das-pernas-a-frente, abra-bem-os-olhos, não-olhe-de-frente-pra-câmera e, o plus, olhe-sempre-por-baixo. Outras gentes importantes também abriram seu baú por lá, mas são gentes que não vou citar porque o assunto não é esse, mas dica pra foto todo mundo quer.

Só pra fechar o assunto, antes que alguém diga que isso aí é livro de mulherzinha-inha: sim, Camilla Morton, autora do livro, te ensina a andar de salto alto (!), mas também te ensina a apostar no Jockey Club. E te ensina a jogar poker. E, sim, foi com ela e com o livro que  aprendi  a jogar poker de verdade e hoje estou apta  para as jogatinas deste mundão e pronta para tirar até as cuecas de qualquer adversário. Hit me!

O fato é que, numa de suas lições de elegância, Camilla ensina como lidar com diversas situações em que você está solitária, mas “ir ao cinema sozinha” não é uma delas.
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por R$2,00 e ainda correndo o risco de ser bom? tô lá.

Como eu estava com bloqueio criativo e descobri a sessão promocional das 15h do Cinemark por apenas R$4,00 (valor que dividi pela metade com o uso de minha carteirinha universitária), resolvi partir para um experimento empírico que deveria me render algum tipo de inspiração, já que eu nunca tinha ido sozinha ao cinema antes. E o melhor: se a experiência toda fosse ruim, eu não ia me arrepender tanto, já que não ia doer neste bolso universitário. Mas, a experiência foi boa. Ótima..

Eu sempre imaginei que ir ao cinema sozinha fosse uma das expressões máximas de independência. Mais até do que ir para uma festa ou cair na noite all by yourself, porque, chegando no evento noturno, você vai esquecer até de você mesma, dependendo do nível birita da coisa. No cinema, não.

No cinema você vai se aturar sozinha por uma hora e meia. Ou duas. Ou três. Você não só vai ser “boa companhia pra você mesma”, mas vai ver aqueles casais melosos, adolescentes em grupos e turmas de amigos animadas – atenção para não se deixar levar por este último grupo!

Sim, porque você poderia ver um filme qualquer em casa, sozinha. Você poderia simplesmente aguardar ter uma companhia. Você poderia se esquivar de ser objeto de olhares curiosos. Mas, não! Você resolveu ir porque tá afim. Você resolveu se arrumar e sair de casa porque você quer ver essa p&¨% de filme logo.

Você não quer esperar o DVD. Você não vai aguardar a boa vontade do Telecine. Nem dos seus amigos – ou amigas. Ou talvez, sei lá, talvez você queira um pouco de quality time só pra você. É. Bem provável que você nem queira companhia! Capaz que isso nem seja um problema. Aliás, possível que isso não seja nem uma questão a ser feita: “companhia? Pff! Hoje quero me agradar”.

Aí eu fui, nessas de me agradar. O preço era agradável, como eu já disse, e eu acabei pagando 4 vezes o preço numa pipoca média e numa coca pequena, mas tudo bem: eu não resisto à pipoca no cinema. Nem em cinema cult. É algo que eu simplesmente não dispenso. E, falando nisso, não é ridículo pagar mais caro na coca-cola do que no ingresso? …

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