[VÍDEO] Existe pivô de separação? Ou: a lenda da destruidora de lares

Uma coisa sempre me incomodou muito quando um casal de famosos se separa: a forma como a mídia trata as coisas, especialmente se houver uma traição no meio. Para piorar, não é só ‘o monstro da mídia’ que costuma colocar culpados no banco dos réus de um jeito torto: as pessoas também.

Diante do caso de Jennifer Garner e Ben Affleck e até da suposta separação de Gisele Bündchen e Tom Brady, uma coisa está bem clara: a ‘culpa’, se é que se pode falar nestes termos, nunca vai ser de alguém de fora, e sim de quem abandonou o combinado do casamento. O que você pensa disso tudo? Dá o play no vídeo!

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Depois dos apps de corrida, vem aí os apps de vagina (!)

No ano passado, um projeto no Kickstarter bombou e me chamou a atenção: o Skea, um dispositivo e app com jeitão de game pra treinar o assoalho pélvico e, sim!, sua vagina por consequência. Quando publiquei no blog, não dava para saber se ia vingar ou não, mas vingou: não só já foi feito, como 80% dos produtos já foram enviados para felizes donas exercitarem a intimidade com o conforto da tecnologia.

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foto via Shutterstock

Na época, achei que o Skea era um projeto isolado, mas aparentemente há toda uma tendência em torno de treinar a vagina que a até agora gente não vinha notando. Depois dos apps que monitoram sua alimentação, sua corrida, seu sono e até sua felicidade, a vagina parecia um território resguardado da invasão mobile, com exceção daqueles vibradores que dizem dançar conforme a música, se é que me entende.

Mas, com a boa desculpa da saúde, nada mais está resguardado. Apps como o Kegel Camp sugerem exercícios em níveis variados para você treinar o assoalho pélvico sem precisar de parafernalhas extras, sejam elas bolinhas tailandesas, sejam elas bugigangas bluetooth. Nesse aplicativo aí, a voz da expert Emily vai comandando a brincadeira e explicando o que você deve fazer. Mas e se você não estiver fazendo certo? Quem poderá te defender?

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[Vídeo] Críticas no namoro: pode falar da aparência do parceiro (a)?

Ter um relacionamento transparente e cheio de cumplicidade é maravilhoso, mas só quando esses dois ingredientes vem acompanhado de um terceiro: respeito. Tem muita gente que se aproveita da suposta intimidade para falar o que quer e até o que não devia para o outro e, sinceramente, não é legal.

Para falar desse tema, convidei a Pamela Rebelo, que também tem canal no Youtube, para um papo divertido. Tentamos responder a pergunta: pode criticar a aparência do respectivo (a) num relacionamento? Como fazer isso? Tem limite? Resposta: tem limite sim! Assiste e aproveita para se inscrever no canal também! 

“Unbreakable Kimmy” e os conselhos da série que você pode seguir

Vide “às quartas-feiras nós usamos rosa”, sabemos que Tina Fey não decepciona com seus textos ácidos, sinceros e recheados de referências. O público de “Meninas Malvadas” cresceu (ok, nem todas) e a nova série da comediante para o Netflix parece ter sido talhada para as órfãs do texto de 11 anos atrás que ainda é meme na internet.

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Inesquecível Cady fazendo check-in no lixo <3

A primeira temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt” já está disponível e é perfeita para assistir onde quer que seja. Os episódios são rápidos e diretos, não chegam a 30 minutos de duração, e são ótimos companheiros para relaxar antes de dormir ou se divertir durante uma sessão de aeróbico sem graça na academia.  

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Titus e Kimmy, dupla inseparável de “Unbreakable”

Kimmy (Ellie Kemper) é uma caipira prestes a completar 30 anos que tem de superar o atraso de vida que foi ter passado os últimos 15 anos sequestrada num “bunker” por um pastor maníaco que dizia que o mundo lá fora tinha acabado. Surpresa: tudo continuou funcionando normalmente e ela decide ir morar justamente em Nova York depois do resgate.

Apesar de não entender muito (quase nada) das pequenas coisas ao seu redor, Kimmy não falha em ver o todo e tem um otimismo inabalável. Ela sempre tem bons conselhos e com certeza era quem segurava as pontas da galerinha no confinamento.

Você não foi sequestrada e com certeza sabe o que é um smartphone, mas acredite: tem muita coisa que dá para aproveitar.

Os bons conselhos de Kimmy Schmidt:

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GOOD VIBES ONLY

dá para aguentar 10 segundos de qualquer coisa

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“10 segundos por vez e tudo vai ficar bem”

Sabe aquele conselho de contar até 10 antes de explodir? Pois ele funciona não só para os momentos de raiva. Você pode aguentar 10 segundos daquela reunião chata, da aula sem fim,  da vontade de comer um doce exagerado e até mesmo do exercício físico que parece que não acaba nunca. Quando os 10 segundos se passarem, comece a contar de novo e segure as pontas. No mínimo, você mantém a cabeça ocupada e não desiste por qualquer bobagem passageira. 

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Não meça nossas roupas, parça.

Mais um ingrediente foi colocado na roda de discussão sobre os direitos das mulheres e a busca por igualdade entre os sexos: as roupas que elas usam. Ou melhor, o preconceito que muitas roupas geram.

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A ONG suíça Terres des Femmes lançou uma campanha que critica a forma como julgamos as mulheres por suas vestimentas. E quando eu digo “julgamos” é porque homens e mulheres são responsáveis por espalhar este tipo de problema adiante.

Heróis dos quadrinhos com corpo de gente real

O que mais te impressiona quando você vê um cosplay bem feito? Os detalhes da roupa? O acabamento? A semelhança do rosto? O que mais me impressiona, digo com certeza, é a semelhança física. Ficar com o corpo parecido, nem que de longe, com o de um herói ou heroína é proeza para poucos ou requer habilidades de drag queen, no caso das moças. Em alguns casos, no entanto, chega a ser impossível.

Para ilustrar bem a questão, o site Bulimia.com convidou artistas para redesenharem algumas capas de gibis e darem corpos realistas para vários heróis. O objetivo é mostrar que não é só o recheio que é ficção: os traços também. E não é que nem elas, nem eles, ficaram menos bonitões por isso? ;)

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