Sobre #InternetJusta e porque amamos dados ilimitados

Antes mesmo de ter dez anos de idade eu já estava sentada na Internet me divertindo com os joguinhos do site da Turma da Mônica ou até entrando nas salas de Bate-papo do UOL para crianças. Naquela época, a Internet era um lugar quase pequeno, especialmente se você não falava inglês ou era uma pimpolha como eu. Talvez naquele tempo desse para imprimir a Internet. rs

O tempo foi passando e a web foi se tornando um lugar cada vez maior, inclusive para comportar meus sonhos, meus amigos e meus hobbies. Lá cabia tudo: meu primeiro grupo de Yahoo das Spice Girls, diversos sites que programei em html na mão, os primeiros blogs que, não, não tinham nenhum tipo de publicador – também eram na mão – e, por fim, os amigos de tudo quanto é canto. Não tinha limitação para encontrar gente legal e nosso número no ICQ era tão importante quanto passar o Whatsapp hoje. Lembro do meu ainda! E você?

Ingressei na faculdade de Comunicação Social (Rádio e TV) e imaginei que fosse trabalhar na televisão, no rádio ou em qualquer veículo ‘tradicional’, mas veja a surpresa: desde o meu primeiríssimo estágio eu faço vídeos. Só que pra internet. Trabalhei em diversos lugares, mas por pouquíssimo tempo fiquei fora do mercado de vídeos online – aliás, na época a gente nem sabia que esse mercado já era um mercado.

Enflux: a roupa fitness do futuro que analisa seu exercício

Já existe no mercado hoje uma infinidade de pulseiras e relógios que prometem resolver a questão tão subjetiva da ‘medição’ na hora do treino. Enquanto no passado só atletas profissionais tinham um interesse real em medir sua performance, hoje praticamente qualquer pessoa que queira se exercitar acha interessante ter pelo menos um pouquinho de informação sobre seu avanço. O motivo é bem simples: ver sua evolução em números pode ser um incentivo poderoso para não voltar ao sedentarismo.

enflux1

Enflux: moda fitness do futuro?

Sem “deslike”: as novas reações do Facebook

Depois de anos com pedidos dos usuários pelo tal botão de ‘deslike’, o Facebook finalmente anunciou uma novidade para trazer mais emoção para nossa timeline: as reações. Você pode agora reagir com o like tradicional, mas também com um ‘love’, um ‘haha’, um ‘wow’, uma carinha triste ou nervosa.

reaction_fb_1

Facebook reactions chegaram: vai ser bom ou não?

Milk: a maquiagem pra quem não tem tempo pra pincel

Maquiagem é uma delícia, mas não tão simples: requer não somente habilidade, mas também (e principalmente) prática. Prática para descobrir o que funciona e como funciona, mas ainda mais para saber usar as melhores ‘ferramentas’ para atingir o efeito desejado. Mas, vamos lá, quantas de nós realmente não morrem de preguiça quando dão play num tutorial de maquiagem e metade do tempo do vídeo é gasta enumerando a quantidade de pincéis para conseguir aquele look?

aintnobodygottime

quem tem tempo pra isso?!

Saint Laurent e a coleção masculina que você vai desejar

Já temos ouvido falar de moda “genderless” (sem gênero) há um bom tempo. Em 2015, especialmente, foram várias as grifes que lançaram coleções com essa pegada e fizeram campanhas incríveis, que deixavam até o consumidor mais atento em dúvida sobre em qual arara ele encontraria aquela roupa. Seção masculina ou seção feminina? E, enfim, será que ainda precisamos desse tipo de divisão em lojas? Como diria o filho de Will Smith, Jaden Smith, sejam masculinas ou femininas, são só “roupas”, pura e simplesmente.

Com toda essa tendência não só de moda, mas de comportamento, no ar, é inevitável segurar o olhar de desejo para a  coleção masculina da Saint Laurent, desfilada esta semana em Los Angeles. E não teve como não notar que até os sites mais femininos não resistiram a colocar os looks ‘masculinos’ em destaque para nosso deleite e inspiração. Aliás, looks masculinos ou apenas looks? ;)

saintlaurent2 saintlauren1saintlaurent3

A evolução da Barbie: os novos corpos da boneca mais pop do mundo

Quantas não foram as vezes que falamos aqui sobre os problemas com os corpos “irreais” da boneca Barbie? Quantas também não foram as vezes em que os adversários dela se aproveitaram disso para crescer num mercado cada vez mais competitivo? Muitas. E parece que agora finalmente a fabricante entendeu o problema.

Embora a Barbie tenha inspirado muitas de nós a procurar carreiras diferentes (sim, na história das profissões eles seeempre acertaram em cheio!), também tratou de inserir na nossa cultura uma mensagem subliminar não muito interessante sobre a aparência que as garotas deveriam ter quando crescessem. É óbvio que não podemos culpar somente a pobre da boneca e todo seu mercado, mas não tem como não imaginar que seríamos diferentes se a boneca também fosse, assim, diferente.

barbiecurvy1