“A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista”: sucesso coração quentinho pronto para o cinema

“A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista”: coração quentinho para este inverno!

Um livro perfeito para rechear uma tarde geladinha de julho, com uma boa xícara de chá do seu lado. Foi essa a situação perfeita que imaginei para curtir o livro “A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista”. Com leitura rápida e leve, as 224 páginas escritas por Jennifer E. Smith passam voando e são estrategicamente planejadas para derreter jovens corações, falando de relacionamento familiar, perdão e, claro, amor à primeira vista.

“S.E.G.R.E.D.O”: filho único da febre “50 Tons”

“S.E.G.R.E.D.O”: 10 fantasias e muito auto-conhecimento

Depois da hecatombe literária provocada pela série “50 Tons de Cinza” e seu casal de submissa e dominador, mil e uma outras obras chegaram às livrarias. Já recomendamos aqui uma série de outros livros mais “densos” para quem quer ler sobre sexo, mas eis que vem do Canadá uma obra que se salva em meio a tantos livros escritos à toque de caixa.

Musical “O Rei Leão” chega para reinar no Brasil

Adaptação do clássico da Disney, o musical “O Rei Leão” estreou na Broadway em 1997 e 16 anos depois chega ao Brasil batendo recorde de orçamento e dando a Gilberto Gil a função de adaptar as músicas de Elton John e Tim Rice premiadas no Oscar de 1995.


O espetáculo que estreou no Teatro Renault (antigo Teatro Abril) já chega com banca de blockbuster: a peça bateu em 2012 o recorde de bilheteria do tradicional “Fantasma da Ópera” em Nova York e por aqui é o musical mais caro já encenado, com custo estimado em R$50 milhões até o final da temporada prevista para dezembro.

5 motivos para ver “Meu Namorado É Um Zumbi” (e um para não ver)

“Sangue Quente” e o zumbi-gatinho de Nicholas Hoult

Zumbis são pop, meu bem. E não era de se estranhar que estes seres infectados ganhassem histórias com vertentes diferentes. Uma delas é a do romance “Sangue Quente”, de Isaac Marion, publicado em 2010. O livro apresenta o zumbi R, que redescobre como é ter sentimentos ao comer o cérebro de um jovem apaixonado.

“Django Livre”: perdoar ou não perdoar, eis a questão

“Django Livre” chegou aos cinemas brasileiros com os dois pés na porta e a mala cheia: Globos de Ouro no bolso e indicações ao Oscar na bagagem. A reação dos fãs de Quentin Tarantino, então, absurda: no fim de semana da estreia era difícil não ler algo elogioso ao filme. Aí eu já tinha sido contaminada.

Não assisti todos os filmes do Tarantino, não. Vi os mais famosos, admiro o estilo e especialmente o humor, mas de fato não idolatro o diretor incondicionalmente – e foi o que confirmei em “Django”. Ao mesmo tempo em que eu estava contente por assistir mais uma obra de um cara que sabe misturar muito bem referências interessantes, não senti ali o diretor genial que lota cinemas sem precisar (tanto) de efeitos especiais.

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Super Trunfo do “Magic Mike”: ou porque toda mulher hetero tem que ver esse filme

“Magic Mike” fez uma estreia silenciosa no Brasil depois de ter causado no verão americano (o filme estreou por lá no dia 29 de junho) e está disponível em poucas salas em São Paulo. Não sei como está a distribuição pelo resto do país, mas essa divisão de salas me pareceu um tanto quanto “pudica”.

Em todo caso, isso não vai ser um empecilho para você ir lá assistir o filme, né? Para quem não sabe do que se trata – e mesmo para quem sabe, já que essas imagens nunca vão ser demais -, aproveita para ver essa interessante sequência com trechos do filme. cof cof