Kobe burger e gatêau de doce de leite: delícias da nova Hamburgueria Nacional

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Muito antes das hamburguerias começarem a pipocar loucamente por São Paulo, uma ‘lanchonete chique’ chamava a atenção no Itaim: tinha um milk shake de Nutella que valia a ida e hambúrguer absolutamente saboroso – isso numa época em que sanduba era feito com carne fininha e sem grandes firulas. Essa era a Hamburgueria Nacional há 10 anos atrás, restaurante do chef Jun Sakamoto que só agora inaugura sua segunda unidade, em Moema.

Com um salão claro, abertão e uma cozinha bem à vista para encher os olhos de qualquer amante de um bom hambúrguer, a casa está com cardápio renovado e opções bem alinhadas com o que o paulistano, agora acostumado com bons burgers, procura por aí. Como a concorrência hoje em dia é grande, te dou um bom motivo para ir até lá: a casa serve Kobe burger, feito com uma das carnes mais caras e saborosas do mundo, a dos bois Wagyu, de origem japonesa.

Pixels, um filme que nem Pac-Man salva

Botar uma ficha na máquina e ficar de próximo. Esperar pacientemente pela sua vez e ir aos poucos batendo o recorde para deixar seu nome escrito num fliperama do coração. Muitos anos depois, dar a chance destes mesmos campeões usarem suas habilidades únicas para salvar o mundo. Tinha tudo para ser um filme-pipoca da melhor qualidade, mas não. Foi só “Pixels”, o filme de Adam Sandler que deve estar num cinema bem próximo de você.

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Pac-Man começando e encerrando a carreira de vilão </3

Escrito e protagonizado por Sandler, “Pixels” tem direção de Chris Columbus, o mesmo cara responsável por dois “Harry Potter” e por clássicos como “Esqueceram de mim” e “Goonies”. Ou seja, um misto de ansiedade boa e marromenos num só pacote. Mas com tantos games sedutores na tela e Pac-Man como vilão, como é que essa balança poderia pesar para o lado negativo, não é mesmo? Pois sim, conseguiram o impossível.

O filme se inspirou no curta-metragem de mesmo nome que bombou na internet em 2010, sobre alienígenas transformando tudo na Terra em pixel:

No longa, a história começa em 1982, quando o governo americano manda um compilado cultural para o espaço, na esperança de mostrar quem somos para outros seres inteligentes. Eis que os ETs não entendem muito bem o recado: tomam os jogos como uma ameaça de guerra e se disfarçam de “pixels” para nos desafiar. Salvar a humanidade vira tarefa, portanto, para os melhores jogadores de 30 anos atrás, vividos por Sandler, Peter Dinklage e Josh Gad.

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Michelle Monaghan, Adam Sandler, Josh Gad e Peter Dinklage

Eu enxergo muita diversão nesse enredo simples, mas ficou simplório. Os games são realmente a melhor e única parte digna de nota de “Pixels”: os efeitos do curta-metragem ganharam um upgrade tremendo e não dá para negar que é absolutamente maravilhoso acompanhar o chefão Donkey Kong interagindo num cenário realista. A batalha final também enche os olhos e bota uma horda de personagens na tela. O problema é encarar o restante da bagaça para curtir 20 minutos pescando referências (e que seja num Imax, tá?).

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Testei: creme com efeito de Photoshop da La Roche-Posay

Eu nunca achei que fosse escrever estas três palavras juntas na mesma frase: testei, creme e Photoshop. Mas aconteceu: os produtos com efeito blur são o último grito da indústria da beleza e estão já nas prateleiras das farmácias para todos os gostos, embora não para todos os bolsos, devo dizer.

Topei desembolsar quase R$100 numa farmácia para conhecer o Effaclar BB Blur da La Roche-Posay. Já sou consumidora assídua da marca há anos e foi a única que me fez botar fé que entregaria o efeito prometido na caixinha.

Apesar do nome conter “BB”, este não é um bb cream do jeito que você conhece. O produto é um uniformizador antioleosidade com FPS 24 e disfarça poros, linhas de expressão e também esconde vermelhidões na pele. A multifuncionalidade é parecida, mas a maior diferença está na textura.

Testei: como funciona o Spotify Running

No final de maio, o Spotify anunciou uma de suas grandes novidades: uma interface de corrida no aplicativo mobile que mandaria uma playlist de acordo com o treino do usuário. Eu, que já sou usuária assídua do Spotify e tenho lá umas tantas listas temáticas de músicas para correr, fiquei animada com a novidade e comecei a usar semana passada.

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Spotify Running: detecta seu ritmo e manda uma playlist de acordo

“Divertida Mente”: esse filme pode mudar o que você pensa sobre felicidade

Crescer dói. Amadurecer é um processo um tanto quanto complicado, especialmente quando temos de fazer de muitos limões diferentes uma limonada patinho feio, do jeito que dá, do jeito que puder. Como qualquer sistema de computador, também podemos ficar sobrecarregados com tanta informação emocional às vezes. Compreender e absorver muita coisa de uma só vez realmente dói.

Sobrecarregada, assim, está a protagonista de “Divertida Mente”. O novo filme da Disney e Pixar mergulha nesse universo de forma singela e profunda ao mesmo tempo, usando representações espertas que vão muito além de metáforas. No filme, acompanhamos um ano conturbado na vida da garota Riley, que muda de cidade, de escola, abandona seu esporte favorito e precisa fazer novos amigos. “Normal” para você que já viu de tudo, mas uma barra e tanto para quem não tem nem 12 anos de idade.

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5 motivos para ver “Jurassic World” (e dois para não ver)

Depois de 14 anos sem um filme da franquia, o parque dos dinossauros volta para a telona em grande estilo com “Jurassic World”. Apesar da crítica não ter dado muita bola para o filme, a surpresa veio logo no primeiro final de semana: o longa já bateu a marca de maior bilheteria de estreia, superando “Os Vingadores”.

O longa estrelado pelo também Marvel e ‘guardião da galáxia’ Chris Pratt arrecadou $262 milhões nos Estados Unidos e mais de R$20 milhões por aqui. E todo esse povo pagante não está errado, não: tem muita coisa legal no retorno da série às telonas. Vamos a elas!

5 motivos para assistir “Jurassic World”:

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Chris Pratt e seu ‘cachorrinho’ Blue em “Jurassic World”

1. O filme respeita os fãs das antigas

De cara, é preciso falar sobre isso, embora mostrar seja dar um pouquinho de spoiler. Como não queremos isso, vamos por partes: caso você ainda não tenha ido ao cinema assistir, saiba que serão várias as referências que o novo longa faz aos antigos, seja através de cenas e personagens, seja através de enquadramentos que marcaram a franquia. E, sim, é muito legal! Agora, se você já assistiu ao filme, vale dar o play neste vídeo, que é um prato cheio para ver se você sacou tudo:

2. O parque é tão de verdade que dói!

Dói porque cadê esses dinos para eu ir lá fazer uma selfie? hehe Americanos são “só” um pouquinho experientes nesse business de entretenimento e de construção de parques temáticos e talvez não fosse algo para se prestar tamanha atenção, porém é impossível não exaltar o trabalho de direção de arte do longa.

São cenários e detalhes da ambientação extremamente bem pensados, desde o grande resort que agora acompanha o parque até o happy hour num restaurante temático cafona. Em resumo: é tudo tão verossímil que o mais improvável mesmo é a protagonista correndo de salto pelo mato. Just saying!

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